Reunidos na Copa Brasil Sub-15, competição mais importante da primeira categoria disputada em alto rendimento em gramados brasileiros, 400 jovens nascidos entre 96 e 97 viveram para valer pela primeira vez uma realidade que os espera cada vez mais cedo. Com a chegada ao time de cima se tornando mais precoce ano após ano, os próprios garotos se impõem uma conduta profissional até pouco imaginável nesta idade. Se direitos e deveres são comuns a qualquer grupo social, nas categorias de base eles são vividos com maior intensidade. E muitas vezes sem uma imposição radical dos clubes.
Desespero dos jogadores do PSTC após eliminação: alto nível de cobrança (Cahê Mota / Globoesporte.com) Atalho para uma ascensão financeira, seja do próprio atleta ou de toda a família, a bola deixou de ser um presente para lazer e se transformou em instrumento de trabalho para adolescentes. Eles saem cada vez mais jovens de casa, convivem com o assédio de empresários, vislumbram fama e dinheiro, e acabam acreditando que atitudes condizentes com a idade que carregam no registro de nascimento podem fazer o castelo ruir.
fonte: globoesporte.com































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